A entrevista foi realizada no dia 28 de Junho.
Aluna do Primeiro ano do Ensino Médio do Senai, Larissa Fernanda Avi ou Lari,
nascida em 6 de janeiro de 1996, tem 15 anos. Garota sonhadora, com garra, sempre disposta a te ajudar; protetora assídua dos
animais; blogueira, dedica uma parte de seu tempo escrevendo em um blog
(newlaari.blogspot.com), expondo seus sentimentos, criticando situações erradas
ou até elogiando algo.
A entrevista ocorreu de forma descontraída e divertida. Larissa afirmou, em momentos após a entrevista, que se sentiu honrada por ter sido escolhida. – “Quando você falou que queria me entrevistar, me senti super importante. Quase como uma celebridade (risos)”.
A – Ana Clara Nascimento
L – Larissa Fernanda Avi
A- Eu andei lendo seus textos.
Quando você decidiu escrever?
L- Sempre gostei de escrever e de ler. Escrevo a muito, porém comecei a publicá-los apenas agora.
A- Você não acha que escrever publicamente te expõe demais?
L- Talvez, mas tomo o cuidado para isso não se tornar muito invasivo.
A- Por que você optou por um blog ao invés de um diário ou caderno?
L- Os textos de diários são diferentes dos que faço para o blog. No diário, abro meu coração e relato tudo de maneira menos formal.
Já escrevia em papel antes, mas como eu penso, é uma maneira de fazer as pessoas se sentirem mais próximas de mim.
A- Como você reage aos comentários, tanto negativos quanto positivos?
L- Minha reação não é das melhores (risos). Sempre espero um pouco mais das pessoas, mas sei que ainda chegarei lá.
A- Você acha importante as pessoas exporem seus sentimentos, pensamentos e opiniões na internet?
L- Acho, mas em tudo deve haver um equilíbrio. Mas é legal sim, é um meio de crescer com as críticas e ser reconhecido pelo que se faz.
A- Por que escrever?
L- Porque isso faz parte de mim, necessito disso. Por exemplo: Quando estou triste, uma saída é escrever desabafando tudo. É a minha maneira de fazer alguma coisa para aquilo não ficar daquele jeito.
A- Após escrever, o que você sente?
L- Depende. Leio e releio o texto diversas vezes. Para eu me sentir bem, ele tem que estar completo, e principalmente, eu tenho que ter gostado do final. Mas geralmente sinto-me aliviada, feliz e às vezes orgulhosa (risos).
A- Além de escrever, quais são seus outros hobbys?
L- Ler, ouvir música, sair com as minhas amigas, entre outros.
A- Você já mandou alguma indireta para alguém nos textos?
L- Muitas vezes. (risos). A grande maioria dos textos são sobre coisas que acontecem comigo. Quem vive ao lado meu, conhece-me e quando os lê, percebe a indireta.
A- De onde vem tamanha insipiração?
L- Ela vem do nada. As vezes estou dormindo e acordo querendo escrever ou quando olho para algo e dali parte a instantaneamente a inspiração. Corro para escrever, antes que acabe a inspiração para que o texto fique o melhor possível.
L- Sempre gostei de escrever e de ler. Escrevo a muito, porém comecei a publicá-los apenas agora.
A- Você não acha que escrever publicamente te expõe demais?
L- Talvez, mas tomo o cuidado para isso não se tornar muito invasivo.
A- Por que você optou por um blog ao invés de um diário ou caderno?
L- Os textos de diários são diferentes dos que faço para o blog. No diário, abro meu coração e relato tudo de maneira menos formal.
Já escrevia em papel antes, mas como eu penso, é uma maneira de fazer as pessoas se sentirem mais próximas de mim.
A- Como você reage aos comentários, tanto negativos quanto positivos?
L- Minha reação não é das melhores (risos). Sempre espero um pouco mais das pessoas, mas sei que ainda chegarei lá.
A- Você acha importante as pessoas exporem seus sentimentos, pensamentos e opiniões na internet?
L- Acho, mas em tudo deve haver um equilíbrio. Mas é legal sim, é um meio de crescer com as críticas e ser reconhecido pelo que se faz.
A- Por que escrever?
L- Porque isso faz parte de mim, necessito disso. Por exemplo: Quando estou triste, uma saída é escrever desabafando tudo. É a minha maneira de fazer alguma coisa para aquilo não ficar daquele jeito.
A- Após escrever, o que você sente?
L- Depende. Leio e releio o texto diversas vezes. Para eu me sentir bem, ele tem que estar completo, e principalmente, eu tenho que ter gostado do final. Mas geralmente sinto-me aliviada, feliz e às vezes orgulhosa (risos).
A- Além de escrever, quais são seus outros hobbys?
L- Ler, ouvir música, sair com as minhas amigas, entre outros.
A- Você já mandou alguma indireta para alguém nos textos?
L- Muitas vezes. (risos). A grande maioria dos textos são sobre coisas que acontecem comigo. Quem vive ao lado meu, conhece-me e quando os lê, percebe a indireta.
A- De onde vem tamanha insipiração?
L- Ela vem do nada. As vezes estou dormindo e acordo querendo escrever ou quando olho para algo e dali parte a instantaneamente a inspiração. Corro para escrever, antes que acabe a inspiração para que o texto fique o melhor possível.
Respondidas essas perguntas, além
de ter tirado algumas dúvidas sobre como é lidar com a exposição na internet e
conhecer um pouco mais sobre como é a vida de um blogueiro, lidando com o
público e suas críticas, aprendi que não é uma tarefa tão simples quanto se
pensa, escrever, realizar as tarefas diárias e manter uma vida social, fazendo
tudo isso ao mesmo tempo e sempre mantendo o blog atualizado.
SENAI Blumenau
Trabalho de Produção Textual.
Estudantes: Ana Clara Nascimento e Jaqueline Weiss.
Turma: 203
Professora: Ana Paula Luchetta.
